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"Comunidade
de Amor"
- Leitura
de 02/12/2007 Uma comunidade de amor não se dissolve quando seu tamanho se expande ou se contrai. Não se agarra aos amigos que fez, para se defender de estranhos ou, para cobrar por admissão ou, para verificar as credenciais das pessoas. Não pára de explorar a experiência de amor a que deu início, que inevitavelmente deverá conduzir finalmente a um cume, a partir do qual o indivíduo vislumbra a imensidão do amor. Quando John Main morreu, não havia muito a se mostrar de sua visão. . . .Havia uma pequena comunidade monástica e um mero começo de uma comunidade global. Porém, mesmo então, ele reconhecia que ela deveria mudar de direção, do institucional, ainda mais para o mistério de comunidade que se alcança em prejuízo da solidão. Ele percebeu que a visão de sua comunidade de amor deveria se mostrar nas pessoas, não em estruturas ou instituições. Antes de sua doença final, ele se sentiu atraído para uma vida mais introvertida, de modo a melhor compreender sua visão de comunidade. Sua morte se tornou esse passo em direção à solidão. Mesmo hoje, quando celebramos a expansão e a diversificação de sua missão ao redor do mundo, uma comunidade de amor que se espalhou por tantas diferentes culturas e, penetrou tantos diferentes modos de vida, de diferentes idades, exceção feita à vida monástica que, ironicamente, tinha sido seu desejo mais imediato, não podemos confundir comunidade com instituição. Seria errado encararmos triunfalmente esta celebração da expansão de seu trabalho. A celebração é mais que um triunfo; diz respeito ao desenvolvimento e crescimento pessoais. [ . . . .] Assim como não medimos o progresso na meditação por resultados ou emoções, assim também, o crescimento de uma comunidade de amor é pessoal, interior e não estatístico. Aprender isso, será talvez o verdadeiro significado do crescimento de uma comunidade de amor: que o interior e o exterior obedecem às mesmas leis. [. . . .] Uma comunidade de amor demanda muito trabalho, assim como o faz o trabalho interior da meditação, mas, seu mistério se vê na graça, como um dom gratuito do espírito que dá início ao trabalho desde o começo e, presencia sua finalização no momento presente eterno. O que celebramos é este trabalho do espírito. Trata-se de um trabalho em andamento, do qual John Main se tornou um grande e desinteressado professor. [E, isso] incontáveis meditantes continuam ao redor do mundo. |
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Medite
por Trinta Minutos |
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Comunidade
Mundial de Meditação Cristã
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